O que sabemos sobre a resistência da doença no tratamento para depressão

Para as inúmeras pessoas que lidam com o transtorno depressivo maior — que inclui diferentes tipos de depressão e que persiste, no mínimo, por duas semanas – e que fazem o tratamento para depressão, os antidepressivos podem ter um papel valioso ao auxiliar no alívio dos sintomas, permitindo que essas pessoas retomem a vida que tanto gostavam.

No entanto, para aqueles que apresentam uma forma conhecida como depressão resistente ao tratamento (treatment-resistant depression, TRD), as medicações padrão proporcionam pouco ou nenhum alívio.

O transtorno não é raro: até um terço dos adultos com depressão maior enfrentam sintomas — como sentimentos persistentes de tristeza, distúrbios do sono, pouca energia e pensamentos sobre morte ou suicídio — que não respondem ao tratamento.

Ainda há muito que aprender, mas vários avanços recentes e promissores estão ajudando a entender e a tratar a TRD.

 

O que sabemos sobre a resistência da doença no tratamento para depressão

O que sabemos sobre a resistência da doença no tratamento para depressão

 

Tratamento para depressão: trabalho para enfrentar o trabalho da resistência

 

Entenda as quatro variantes que ajudam a entender a resistência da depressão para o tratamento e como não deixar a esperança escapar:

 

1. Causas fisiológicas

Sua idade, sexo e condição de saúde podem aumentar o risco de depressão resistente ao tratamento. Não há como prever com absoluta certeza quais das pessoas com depressão não responderão ao tratamento, mas os pesquisadores observaram que determinadas populações são mais vulneráveis que outras.

Mulheres e idosos, por exemplo, parecem apresentar TRD em taxas maiores, por motivos que provavelmente são biológicos e psicológicos. Indivíduos que apresentam crises graves ou frequentemente recorrentes de depressão também parecem mais susceptíveis. A saúde geral de uma pessoa deprimida também pode influenciar.

 

2. Causas desconhecidas

A depressão pode ter causas que ainda não compreendemos – e pode ser o motivo pelo qual os antidepressivos não funcionam para todos.

Ao passo que a biologia da depressão ainda é, em grande parte, um mistério, a teoria mais popular é de que ela é causada por níveis cerebrais baixos de alguns neurotransmissores, como serotonina e norepinefrina, que são associados com os sentimentos de felicidade e bem-estar.

No entanto, pesquisas recentes sugerem que os neurotransmissores podem não ser os únicos culpados – portanto, os antidepressivos, que atuam aumentando os níveis de serotonina ou norepinefrina, podem não ser o único tratamento que funciona.

 

3. Gestão do tratamento

Há métodos estabelecidos para gerenciar a depressão resistente ao tratamento. Embora as palavras “resistente ao tratamento” possam soar como sinônimos de “ausência de esperança”, a realidade é que existem ferramentas para ajudar as pessoas com TRD.

Um estudo publicado em 2012 no periódico Patient Preference and Adherence identificou cinco estratégias principais de tratamento — terapias de otimização, troca, combinação, reforço e somáticas – que os psiquiatras podem usar para criar um plano personalizado para os pacientes.

Para outras pessoas, a troca para uma classe diferente de antidepressivos – ou a adição de uma delas ao atual tratamento para uma abordagem combinada – pode levar à remissão. O reforço pode envolver o uso de medicações desenvolvidas para outros fins, mas que foram aprovadas para o tratamento da TRD.

Há também as terapias somáticas (não medicamentosas), incluindo a estimulação magnética transcraniana – que tem como alvo as células nervosas da região cerebral envolvidas no controle do humor e depressão – e a eletroconvulsoterapia (ECT), que induz alterações químicas no cérebro para ajudar a reverter os sintomas da TRD.

 

4. Pesquisas na área

Novas pesquisas estão sendo conduzidas sobre a depressão resistente ao tratamento. Por exemplo, os cientistas na Janssen estão atualmente realizando estudos clínicos com um composto que possui potencial para ajudar pessoas com TRD ao agir em vias cerebrais diferentes das dos antidepressivos.

 

Tratamento para depressão é com o IMPI

 

O mais importante é frisar que a medicina está sempre atenta e buscando soluções para ajudar os pacientes a enfrentarem a depressão. Mas é muito importante que a ajuda dos familiares e a força de vontade sejam fundamentais neste período.

Com um corpo de psicólogos e psiquiatras reconhecidos na área, o IMPI vai te ajudar no tratamento da depressão com todo o cuidado e atenção. Agende já sua consulta.

 

Fonte: https://www.janssen.com/pt/neuroscience/four-things-we-know-about-treatment-resistant-depression

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *